To gain knowledge

CIMNovember 29, 2006 4:17 pm

A Delta vai abrir a sua primeira loja própria em Madrid no próximo ano sob a designação “Mundo do Café”, depois de já ter duas unidades franchisadas com o mesmo nome em funcionamento naquela cidade. Fonte. Diário Económico / Portugal News.

“A aposta no conceito gourmet poderá ser uma realidade em Madrid no final de 2007”, tanto na unidade de gestão própria como nas franchisadas, admitiu Rui Miguel Nabeiro, administrador do Grupo Nabeiro, ontem, na apresentação da nova gama de café Delta Gourmet.

Em Portugal, o grupo detém duas lojas próprias "Mundo do Café", uma no Centro Colombo e outra no NorteShopping que estão a ser alvo de um processo de remodelação e irão inaugurar em finais de Janeiro com o nome "Delta Gourmet".

O Grupo Nabeiro já comercializava a linha gourmet, embora muito vocacionada para o canal Horeca. Assiste-se, agora, a um ‘restyling’ do próprio conceito que passa, não só pela introdução de novos lotes de cafés, como pela parceria com a marca italiana Bugatti no que diz respeito a máquinas de cafés.

Enquanto as unidades não abrem com uma nova imagem, a gama gourmet vai ser comercializada nos espaços EI Corte Inglès, em Lisboa, Gaia e Beloura, já a partir da próxima semana.

“Vender cafés continua a ser o nosso grande objectivo” lembra o administrador. E o facto dos diferentes lotes de café serem comercializados em pastilha faz com que se adaptem a qualquer máquina de café. Contudo, foi a pensar nos consumidores que privilegiam o design que o grupo Nabeiro se associou à Bugatti. Ao todo são quatro máquinas dirigidas para o target A e B+ com estilo de vida muito urbano. "Daí a aposta em Lisboa e Porto para a abertura dos novos espaços", acrescenta Rui Miguel Nabeiro.

Sem referir o investimento envolvido no "relançamento" da marca Delta Gourmet, o administrador admite que, "com esta aposta o grupo colmata uma lacuna que tinha no mercado". E conclui que "fazer bem e estar atento à concorrência" é a premissa para o sucesso deste projecto.

Opinião AvulsaNovember 22, 2006 1:08 pm

LuisCabralA revista Dia D - número 61 - de dia 17-11-06 traz-nos, na rúbrica "Discurso Directo", uma entrevista com Luís Cabral. Licenciado em Economia, é professor e investigador na prestigiada Stern School of Business - Universidade de Nova Iorque. Vale a pena ler… sobretudo o que se relaciona com: "a falta de uma cultura de exigência é contagiosa". Na verdade, Luís Cabral, toca áreas que nos são caras ou próximas; a Economia, a Gestão e até mesmo o Ensino. Não é, exactamente, aquilo a que se pode chamar inovador, mas tráz à colação temas que apesar de recorrentes têm de continuar a ser debatidos e meditados.

IMPNovember 7, 2006 12:06 pm

Depois do levantamento teórico e análise de documentos existentes, sobre o meio social de implementação da nossa intervenção, caracterização da população (classes sociais A, A-B e B) e hábitos sociais efectuados previamente, julgou-se pertinente investigar de que forma determinados factores influenciam o consumo do café.

 

Partimos das seguintes hipóteses:

 

- O consumo de café é influenciado pelos hábitos sociais das populações;

 

- o consumo de café está associado a factores que têm a ver com a idade, género e profissão extracto social;

 


Tendo em conta os objectivos propostos, este estudo será desenvolvido através de:

- Aplicação de um inquérito, por questionário, a indivíduos que habitualmente tomam o seu café em 3 “pontos de serviço” da nossa cidade; Este inquérito terá como intenção detectar aspectos como: nº de cafés tomados por dia, local onde esta prática tem efeito, caracterização desta população, se se trata de uma prática individual ou associada a uma tarefa profissional ou social, etc.

- Aplicação de um inquérito, por questionário, aos consumidores que numa charcutaria fina / Loja de “delicatessen” adquiram café. Este inquérito terá como intenção detectar os hábitos de consumo dos cafés dos indivíduos quanto a: quantidades consumidas por mês, tipos e marcas preferidas, que café compra para a família, etc.

- Entrevistas a donos de lojas. Estas serão semi - dirigidas pretendendo-se detectar quais são, para os comerciantes, os factores que mais influenciam a venda do café.

Os instrumentos de recolha de dados a serem utilizados (inquéritos por questionário) serão constituídos por algumas perguntas abertas (de cujas respostas será feita uma análise de conteúdo) e essencialmente perguntas fechadas em que o inquirido terá que seleccionar a resposta de sim ou não, em alguns casos, ou que quantificar ou nomear hábitos relacionados com a problemática em estudo.

Os inquéritos serão passados oralmente sendo o registo das respostas efectuado por membros desta equipa de investigação.

 

 

A selecção dos locais de aplicação dos inquéritos e das entrevistas constituirá uma amostra de conveniência, quer pela limitação de tempo, quer porque com esta amostra apenas se pretende perceber de que forma os diferentes factores influenciam a venda do café para uma estratégia de implementação do mesmo poder ser definida.

 

Na construção dos diferentes instrumentos serão tidos em conta os objectivos deste estudo.

 

Dos dados recolhidos, e respectivo tratamento, poderemos perceber / detectar as motivações que levam os indivíduos a consumir café, bem como, as variantes do mercado que influenciam o consumo do mesmo.
Este primeiro levantamento legitima a definição de estratégias de gestão para a implementação de uma nova marca no mercado específico.

CIMOctober 27, 2006 3:10 pm

Introdução

 

Com vista à análise/compreensão do insucesso inicial da Euro Disney na Europa, isto é, em França, seria interessante verificar os primeiros passos da entrada Americana na Europa.

De facto nos três países analisados, sem sombra de dúvida que um evento desta natureza, deveria ter em consideração que não seria somente o transplantar o ambiente sócio-cultural americano, agravado pela pouca autonomia concedida ao empreendimento.

De realçar que num empreendimento análogo no Japão, país cuja cultura americana foi assimilada/imposta como consequência do pós guerra, o mesmo é gerido por japoneses como sendo um produto local mas apenas com “design” americano.

De todas as formas neste caso são aplicadas alguns dos contributos dos estudos de Hofstede, como por exemplo a distância ao poder, o individualismo, orientação para o longo prazo (uma vez que é um produto local) e que, portanto, não baseia a sua orientação na incerteza(1).

 

 

Procedimentos que, conjugados, determinaram os principais problemas:

 

A ausência dum verdadeiro estudo de mercado, após a decisão final para a sua localização, tendo em conta factores como as diferenças culturais irreconciliáveis.

É no vector cultural que poderemos dar vários exemplos da falta de procedimentos para a implantação deste empreendimento. Sem dúvida numa sociedade europeia e mais concretamente na francesa os valores culturais fazem parte da sua própria mesa. Salientamos valores como fraternidade e igualdade para enfatizar as seguintes diferenças como por exemplo: Aborto (a favor: França, 84%; EU, 54%) - Legalização de emigrantes (a favor: França, 69%; EU, 35%.(2).

Para os 60 milhões de habitantes franceses, os conceitos morais de não ingestão de bebidas alcoólicas, não fumar, serem características de pessoas de respeito, não têm a

 

 

mesma tradução para os franceses, isto é, beber um bom vinho e fumar é parte integrante da sua vivência.

A “fast-food” não tem similitude com a “belle cuisine française”. Assim se justifica a hora e meia de almoço que qualquer europeu gasta à mesa de um restaurante.

A rigidez do seu código de conduta e aparência dos empregados não se coaduna com os franceses, provocando ridículo e descontentamento. Os procedimentos normativos americanos, não sendo possível serem extrapolados para países como a França, criaram alguns obstáculos de legalidade dos trabalhadores.

A semelhança criada pelos franceses em varias publicações fazendo comparações à Chernobly e a não-aceitação de rótulo de índios da Euro Disney, acentuou-se quando se identificou este empreendimento como um “crescimento canceroso” (3)

A questão central é que falamos de paradigmas culturais diferentes. Efectivamente a Euro Disney, pretende “servir” a população europeia. Assim:

  1. Um país (EUA) maior do que o Continente europeu mas que detém 1 povo, uma nação e uma cultura.
  2. A Europa (mais pequena do que os EUA) mas que contempla dezenas de povos, outras tantas nações e diversíssimas culturas.

Quando comparamos as características culturais, rapidamente nos apercebemos que o Atlântico não é o único oceano que nos separa da cultura americana. Efectivamente, o povo “do outro lado”, até por razões históricas, não tem o modo de vida europeu. Tem mesmo é o seu “way of life”. Assim, para um europeu, férias não são um programa! São, e tão só, um espaço de descanso em que as componentes lúdicas, culturais, sociais, etc., interagem. Já para um americano, férias que não sejam “sempre a abrir” não são férias. E disso há inúmeros exemplos. Vide a forma como este povo através do cinema nos transmite a forma como vive as “viagens de férias”.

Porém, estas coisas das “culturas” não são, “nem sempre nem nunca”. Exemplos há em que o decalque das campanhas de marketing de produtos americanos, encontram na “velha Europa” boa recepção e onde parecem não existir grandes barreiras culturais. Vide os casos da Philip Morris Inc. com a marca Marlboro – em que o cowboy nos convidava a vir “ao sabor Marlboro” e que nós adoptamos completamente e/ou os decalques das campanhas da Coca-Cola (anos 70/80)

 

 

 

Possíveis soluções:

 

 

A adaptação do modelo Disneyland à cultura europeia passa, a nosso ver, por:

Antes de mais pela elaboração de um estudo de mercado que avalie as necessidades das sociedades em questão. Por outro lado, e concomitantemente, uma avaliação exaustiva das características culturais de cada um dos povos e nações a serem servidos pelo projecto.

Assim, o “board” de construtores do plano de implementação poderiam “desenhar” a Disneyland Europa à medida desse mercado – cultura (s).

Poderíamos, evidentemente, sugerir várias soluções para a acultura francesa com base, inclusivamente, nos dados disponíveis e na netgrafia disponível. No entanto, parece-nos que a Euro Disney se trata de um projecto para a Europa que se encontra implementado em França e não, tão só, um produto/serviço para consumo interno

 

 

 

 

 

 

 

Netgrafia / Bibligrafia

 

(1) Executive Digest, nº48

(2)www. understandfrance.org

(3) Wallace, 1995: E8

 

 

Cultura, ideologia de mercado – IPAM
Trabalho de grupo: Alfredo Noronha; Joaquim Gomes; Pedro Guedes; Pedro Lopes
IMPOctober 24, 2006 9:33 pm

No âmbito da tarefa proposta, pelo Dr. Jorge Remondes – IMP, que passa pela definição com base em consulta bibliográfica de: O que são trabalhos de investigação? e Para que servem? O grupo constituído por; Pedro Lopes, Alfredo Noronha, Pedro Guedes e Joaquim Gomes, fez a seguinte recolha de dados/informação. Quivy, Raymond – Manual de Investigação em Ciências Sociais “…compreender melhor os significados de um acontecimento ou de uma conduta a fazer inteligentemente o ponto da situação, a captar com maior perspicácia as lógicas de funcionamento de uma organização, a reflectir acertadamente sobre as implicações de uma decisão política, ou ainda a compreender com maior nitidez como determinadas pessoas aprendem o problema e a tomar visíveis alguns dos fundamentos das suas representações.” Bell, Judith – Como realizar um projecto de Investigação: um guia para a pesquisa em ciências sociais e da educação. Lisboa: Gradiva, 1997. ISBN 972-662-524-6 Trabalho: Preparação no terreno É a abordagem à pesquisa, planear a investigação, registar a informação Selecção dos métodos de recolha de dados: Análise de dados Análise documental Conceber e aplicar inquéritos Planear e conduzir entrevistas Interpretação dos dados e apresentação das conclusões: Interpretação e apresentação dos dados Redacção dos trabalho O que é um trabalho de investigação: O trabalho de investigação constitui um aprofundamento prático, técnico e teórico, de algum aspecto ou tema do programa da cadeira, ou que a ele diga respeito. A sua realização pressupõe um trabalho de pesquisa e uma exposição pessoais, mesmo quando realizado em grupo. Será apresentado sob a forma escrita, embora se possa admitir, acessoriamente, o recurso a meios gráficos e audiovisuais. O investigar, para que serve? Clarificar, teórica e empiricamente, as fases e os processos da auto-regulação na aprendizagem de forma a podermos fundamentar e refinar o modelo teórico proposto; - Examinar diferenças individuais ou culturais no exercício da auto-regulação; - Compreender a relação entre práticas educativas e o desenvolvimento de competências de auto-regulação da aprendizagem; - Construir e validar instrumentos de avaliação necessários ao estudo empírico das variáveis a analisar; - Melhorar a metodologia de investigação neste domínio; - Desenvolver programas de intervenção para melhorar as estratégias de auto-regulação.

Netgrafia:

http://web.letras.up.pt/meirinhos/filomed/Trabalhos.htm

http://www.fpce.ul.pt/investigacao/centros/autoregulacao/investigacao.htm

LAEOctober 17, 2006 9:23 pm

Fundam de Mkt 9:23 pm

CIM 9:22 pm

Fundam.de Gestão 7:03 pm

IMPOctober 10, 2006 8:56 pm

Geral 2:02 pm

Trata-se de um propósito. Que este blog sirva como ferramenta no processo de ganhar competências e conhecimentos. E, já agora, que venha a revelar-se como guardião de um acervo de informação sempre útil, actualizada e disponível.